Fotografia da minha autoria

«Sempre imaginei que o paraíso fosse uma espécie de livraria»

A alma de um lugar também se reconhece na acessibilidade à literatura, quer através de iniciativas plurais, quer através de espaços físicos que permitam a compra e/ou requisição de livros. Portanto, sempre que se proporciona uma nova viagem pelo nosso país, procuro planeá-la de modo a visitar alguma livraria disponível.

Sei que me repito, mas a verdade é que me sinto em casa, quando entro nestes portais mágicos, com tantas pontes para mundos extraordinários; com tantas vozes - e identidades - que nos transformam, nos inquietam, nos agregam. E, se há algo que me motiva, é mesmo esta dança entre corredores, bancadas e lombadas.

Posso, até, sair de saco vazio, mas a experiência de me rodear de obras literárias já compensou a visita. Por isso, quero continuar a marcar o meu passaporte livrólico. E, este ano, estas livrarias no Porto são prioritárias.