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| Fotografia da minha autoria |
«Templos de conhecimento»
O silêncio enaltece a entrada num lugar que grita liberdade e que abre a porta para um mundo repleto de livros, do aroma do papel e do som reconfortante de cada virar de página. Porém, esta experiência só é possível em contextos muito específicos. Exemplo disso são as bibliotecas, que se revelam santuários para os leitores.
Deambular pelos corredores cheios de estantes é um programa do qual sinto falta. Embora não seja uma visita assídua, nem tenha o hábito de requisitar livros, preservo memórias encantadoras, porque há uma partilha diferente nestes ambientes. Aliás, existe um compromisso maior, atendendo a que nos dedicamos sem distrações. Além disso, é percetível a importância que assumem na leitura e na «formação literária do ser humano». Por isso, é imprescindível promover atividades que potenciem este encontro entre a comunidade e as bibliotecas, «através de sessões de apresentação de livros ou de outros eventos». Porque «possibilitar o livre acesso a manuscritos, revistas e jornais», nestes espaços, é impulsionar o desenvolvimento cultural.
Apesar de não ser uma comemoração oficial, a 1 de julho celebra-se o Dia Mundial das Bibliotecas. Portanto, visto que nos «permitem conhecer novas histórias», reuni sete onde me perderia de coração aberto.
Biblioteca da Abadia de Admont
📍 Aústria

Biblioteca do Real Gabinete Português
📍 Brasil
Biblioteca El Ateneo
📍 Argentina
Biblioteca da Cruz Vermelha
📍 Portugal
Biblioteca do Mosteiro de Wiblingen
📍 Alemanha
Biblioteca da Universidade de Coimbra
📍 Portugal
Biblioteca do Mosteiro de Strahov
📍 República Checa
Num futuro próximo, gostaria de regressar à deslumbrante Biblioteca do Palácio Nacional de Mafra.
Que bibliotecas gostariam de descobrir?






