«Um dia destes vais bater à minha porta

A dizer que já não dormes

De tanto pensares em mim

[...]

E agora vais dizer a toda a gente

Que a culpa é minha

E que é em mim que mora

A razão do teu desgosto

Só eu sei o tanto que eu já chorei sozinha

Se queres dar o meu nome à tua raiva

Eu não me importo

[...]

Eu renasci na despedida, tu não vês

Eu sigo de cabeça erguida, tu não vês

O grito da tua raiva não me acorda

E se não sentiste o romper da corda

Eu não me importo»