«Sim, sou mesmo eu a ligar-teSei que estabelecemos regrasE eu já não faço parteDos teus contactos de emergênciaPrecisas que alguém te salveDo meu nome no ecrãA minha voz soa em tiComo um alarmeAcabou tudo tão tristeE a culpa que eu pus em tiHoje eu penso para mim"Para que é que tu insististe"Mas também nunca foi felizSe eu soubesse que amavasSó quando eu me despedisseTinha feito como tuBatia com as portas todasE ai de quem me impedisseOdiavas roupa largaE os tops que eu não usavaJá nem era feministaTinhas ciúmes das cançõesE eu lançada aos leõesPara ti nem era artistaNão dizias que me amavasNunca com essas palavrasE eu feita poetisa[...]Chamada não atendida»