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O MEC é uma daquelas pessoas que eu gostava que fosse jantar a minha casa uma vez por semana. Só para que eu, egoistamente, me pudesse sentar a ouvi-lo pensar em voz alta.
Este livro de regras, dicas, receitas, sugestões e mezinhas para escrever é um refresco de escrita. Uma prespetiva que não li e nenhum dos outros livros que já li sobre escrever. E olhem que já li alguns muito bons.
Aqui não tratamos a escrita com propósito à publicação. Tratamos a escrita com propósito à escrita, á forma de libertação, de criatividade, de deixar para outro ler (mesmo que seja por acaso, ou quando já cá não estivermos). Escrever ajuda a raciocinar, a orientar as ideias e por vezes, ao reler o que foi escrito, a perceber que não concordamos connosco (acontece-me muitas vezes).
Já sou dada aos blocos e bloquinhos, fiquei mais. Já sou dada a sublinhar os meus exemplares, agora também faço anotações. Falta-me aprender a escrever sem a preocupação de quem vai ler. É um exercício mais difícil, porque escrever, embora prazeroso, dá o seu trabalho, e fazê-lo sem que seja para alguém faz com que as falangetas fiquem preguiçosas.
Leiam este livro. Leiam que ainda vão dar convosco a escrever também.