06
Jan21
Maria do Rosário Pedreira
Compro diariamente desde que foi lançado o jornal Público. Gosto de o ler em papel e, apesar das mudanças que foi sofrendo ao longo do tempo e que nem sempre fizeram dele um bom jornal, ou um jornal melhor, não consigo deixar de o comprar nem ficar-me pela leitura no computador, como faz o Manel, que é assinante. Apesar de tudo, é com a TSF e o Público que me mantenho informada, porque já raramente vejo telejornais (perde-se demasiado tempo e as notícias são repetidas até à exaustão, como se não percebêssemos à primeira). Ora, o Público associou-se recentemente à Santa Casa da Misericórdia numa acção solidária que penso bastante valorosa: um pacote de 2500 assinaturas gratuitas para leitores desempregados. De facto, não é por não poder pagar o jornal que uma pessoa deve ficar sem direito à informação – e esta é uma forma de ajudar. Quanto mais vulneráveis estivermos, mais precisamos de informação credível, opiniões avalizadas, conhecimento fundamentado, factos verdadeiros. O Público ainda pode gabar-se de tudo isso. E de ter tido esta ideia feliz para quem já está a sofrer na pele os efeitos económicos da COVID-19. Para quem esteja interessado, aqui vai o link: