O QUE LI POR AÍ #78
literatura portuguesa contemporânea, geopoética das cidades, reflexão sobre identidade, memória afetiva
Fotografia da minha autoria [No Meu Peito Não Cabem Pássaros Nuno Camarneiro] «Viver num sítio é ser esse sítio, emprestar-lhe uma alma e receber outra em troca. As biografias deviam ordenar-se por lugares, e não por datas. Nesta rua fui assim, numa outra fui diverso. Ninguém sabe descrever uma cidade, são as cidades que nos escrevem a nós».
Texto originalmente publicado em Entre Margens