Jukebox | Alice | Entre Margens
poesia contemporânea, existencialismo literário, lírica portuguesa, metáforas da desilusão
«Quem é que vive Sem partir e sem chegar? E morre no mesmo lugar? (...) Para onde vais Não há luz sem calor E isso soa bem melhor Quando ontem já era tarde O sonho pôs-te de parte E quando tropeças A noite desperta O céu desaba E um homem declama Alguém disse: Alice foi o fim Mas eu nem quis acreditar Alguém disse: Alice assim o quis Alice assim o fez»
Texto originalmente publicado em Entre Margens