«São saudades o que eu te tenho
Nem sempre sei de onde venho
Vamos tentar outro espaço
Vamos dar aquele abraço
E voar para longe daqui
(...)
Houve um tempo em que se reparava
Cada coração que a dor quebrava
Não se deixava para trás
Nem sequer se era capaz
De ir sem olhar
Para o que restou
(...)
Diz-me quando vamos saber
Se vai dar para ficar
Nos braços um do outro
Diz-me quando é que vais saber
Se eu sou aquele doido que tu
Vais para sempre querer, meu amor»