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| Fotografia da minha autoria |
«Os desejos humanos são infindáveis»
A folha está deserta, algures na minha secretária de madeira, incentivando-me a preenche-la com uma lista especial. Mas eu hesito, porque o ano do qual transitei gritou-me a urgência de não planear em excesso. Ainda assim, ciente que não perco o foco, e que compreendo o quanto o passo seguinte pode colocar-me do avesso, rejeito a condição de me limitar. Porque os sonhos devem voar mais alto que o medo.
É de coração que menciono sempre que o mais importante é ter saúde, porque tudo o resto vamos conquistando ou compondo conforme a predisposição. Mas seria desonesto da minha parte omitir que mantenho metas no meu horizonte. Porque creio que acrescentam um propósito e algo pelo qual lutar - permitindo-nos evoluir. Por isso, mesmo sem precisar de as escrever a todas, recuperei uma tradição antiga e enumerei as minhas ambições para o novo ano que estou a abraçar.
Há aspetos que, por enquanto, permanecerão guardados. No entanto, mantendo presente que não será uma falha, caso não os alcance [até porque não têm prazo], estes são os meus cinco desejos para 2021.
🍀 Tirar um curso de fotografia;
🍀 Concluir o meu livro;
🍀 Avançar bastante no projeto 30 livros antes dos 30;
🍀 Fazer, finalmente, uma tatuagem;
🍀 Voltar a marcar presença em espetáculos ao vivo.
Os desejos pessoais não são os únicos que me orientam. Portanto, como espero que 2020 nos tenha ensinado algo importante, há três mudanças sociais que gostaria que acontecessem - para o bem da nossa sociedade.
🍀 Mais tolerância;
🍀 Mais empatia;
🍀 Mais aceitação.
Têm desejos para este ano?
