25/04/2010

por José Reinaldo do Nascimento Filho

Terminei o livro, e descobri uma coisa lendo Jane Austen: Não sou romântico! Ou melhor, não gosto muito desse tipo de romance bonitinho, no qual  o autor, no final do livro, resume em duas páginas o restante da vida dos personagens. Não sei, simplesmente não gosto. Ah, sim. Tudo termina bem, quando termina em casamento, e Orgulho e Preconceito não foge a regra.

Minha opinião. Não preciso dizer que o livro é bom. É um clássico, lembram?

23/04/2010

por José Reinaldo do Nascimento Filho

Li até agora 60% do livro.

Não é sensacional, é bom. A narrativa não é surpreendente, é convincente. A linguagem não é densa e tampouco única, é regular e honesta. Palavras complicadas e frases memoráveis? Talvez. Personagens convincentes? Elizabeth e Sr. Darcy. Quanto aos outros? Para mim, descartáveis. Arrogância da minha parte ao tratar um clássico dessa forma? De maneira alguma. Seria, então, uma crise pós-Faulkner? Nada disso. Estou sendo honesto, apenas isso. Mas o livro é bom, leiam.

Vale apena principalmente depois dessa frase:

“Seus companheiros de viagem não era capazes de fazer empalidecer a lembrança do senhor Wickham. Sir William Lucas e sua filha Maria, moça bem-humorada mas de cabeça tão oca quanto o pai, nada tinham a dizer que fosse digno de atenção, e o que eles falavam produzia em Elizabeth o mesmo prazer que o arrastar de uma cadeira”.

Essa aqui é ótima!