
Bom dia, leitores.
Esse ano, uma das minhas prioridades literárias era a #leitura de #classicos.
O livro traz como tema central a famosa busca à terra prometida. Em como manter a dignidade em meio ao caos e a extrema pobreza.
O início do #livro foi bastante arrastado, como senso comum de livros volumosos, ele é bem detalhista e íntimo. Mas a fluência acontece no decorrer da história, quando buscamos descobrir o que acontece com essa família.
Esperava um pouco mais do final, mas ainda assim, é ótimo.
#familia #uniao #empatia #generosidade #solidariedade #flexibilidade #trabalho #justicasocial #capitalismo #fome são alguns dos tópicos presentes durante toda a narrativa.
É o tipo de literatura que nos toca e emociona. Nos traz reflexões e ensinamentos.
“Um sujeito tem uma parelha de cavalos; lavra com eles e cultiva a terra e ceifa com eles. E nunca teria deixado que morressem de fome quando não trabalhassem. É que são cavalos, e nós somos homens”. Pág 546.
Publicado em 1939, ”As vinhas da ira” marcou o auge da carreira do autor e também um documento social e marco da literatura. O livro representa o confronto entre indivíduo e sociedade, através da epopéia da família Joad, expulsa pela seca dos campos de algodão de Oklahoma, para tentar a sobrevivência como boias-frias nas plantações de frutas do Vale de Salinas, na Califórnia. Steinbeck retratou a situação do homem moderno diante das dificuldades, a pobreza e a privação em um universo feroz, protagonizado por vítimas da competição e párias sociais. Tão americano quanto universal, o autor exibe na vida e na arte irredutíveis paradoxos, provocados pela tensão entre instinto e mente, natureza e história, a civilização e seus descontentes. ”As vinhas da ira” é a prova de que homens em lugares e situações comuns podem ser tocados pela intensidade e conduzidos a imortalidade.
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Beijos e até a próxima 📚.