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Este livro é tão bom, tão bom, mas tão bom que, de pequenito, maneirinho e fofinho que é enquanto objeto, estava capaz de o comer; sabendo o que sei sobre o que está lá dentro.
São 12 contos, cada um mais bem escrito do que o outro, cada um mais interessante do que o outro. Gostei, particularmente – porque mesmo quando dizemos que não, acabamos a ter preferidos -, do “Arquétipo, ou poeta ou cavalo” e de “O Diário Português”.
Uma escrita densa, encorpada, repleta de palavras que estão fora da linguagem corriqueira e que eu sublinho, para pôr na minha lista de palavras de que gosto e quero encontrar onde usar. Engraçado, na medida em que a maioria das histórias não foge ao toque de ridículo, de inusitado e de cómico das situações relatadas.
Se recomendo? Recomendo muito.
