Bom dia, leitores. Feliz 2017 para todos nós!
Estive mais do que eclética semana passada e assisti vários gêneros, diversificando a minha lista.
Confiram:
Olhos da Justiça – 2015 – Policial.
Parecido com o “O segredo dos seus olhos”, filme espanhol de 2009, tinha muita curiosidade de assistir, mas acabei me decepcionando. O filme começa bem impactante, mas vai perdendo o estímulo. Esperava algo mais.
Sinopse oficial: Um agente do FBI passa 13 anos investigando o assassinato brutal da filha de uma colega de trabalho e uma nova pista revela um segredo obscuro e terrível. Ele é um policial aposentado que continua obcecado pelo caso de uma jovem que foi morta, anos antes. Ele tem um suspeito: um homem que olha para a vítima em várias fotos.
O maior amor do mundo – 2016 – Comédia.
Uma comédia gostosa, com bons atores que gosto bastante e com um assunto fácil de se identificar e se interessar sendo conflitos familiares envolvendo pais e filhos.
Sinopse oficial: Histórias associadas à maternidade se cruzam. Sandy é uma mãe solteira com dois filhos, Bradley é um pai solteiro com uma filha adolescente, Jesse tem uma história complicada com a sua mãe, Kristin nunca conheceu a sua mãe biológica e Miranda é uma escritora de sucesso que abre mão de ter filhos para se dedicar à carreira.
Te amarei para sempre – 2009 – Romance.
Qualquer filme com Rachel McAdams eu já assisti ou pretendo. Gosto bastante das adaptações, embora neste caso não conhecesse o livro e tampouco o li. Vale ressaltar que a produção executiva foi comandada por Brad Pitt, que junto de Jennifer Aniston, comprou os direitos de adaptação do livro de Audrey Niffenegger antes de ser publicado.
Sinopse oficial: O filme é baseado no livro A Mulher do Viajante do Tempo de Audrey Niffenegger e inspirado na canção, Hard to Say I’m Sorry, escrita por Peter Cetera e David Foster e interpretada pela banda de rock americana Chicago, sucesso do ano de 1982. O filme é estrelado por Eric Bana como Henry DeTamble, um bibliotecário de Chicago com uma desordem genética que faz com que ele viaje no tempo aleatoriamente, enquanto ele tenta construir um relacionamento romântico com seu amor Clara, interpretada por Rachel McAdams.
Viver sem endereço – 2014 – Drama.
Triste, forte e poético. Drama para se emocionar de verdade. Para reflexão e análise. Para nutrir desejos de melhorias, evoluções e humanidade. Difícil não chorar e impossível não comover. Gostei muito.
Sinopse oficial: Dois moradores de rua em Nova York, Tahir e Hannah vivem rodeados por desespero, perigos e incertezas. Eles acabam se conhecendo e se apaixonando. Tahir e Hannah encontram consolo e força e, aos poucos, contam um ao outro como foram parar nesta situação de dificuldade, e percebem que juntos podem tentar construir uma vida melhor.
O casamento do meu ex – 2010 – Comédia Romântica.
Sinceramente assisti porque a protagonista do filme é uma queridinha, a Kate Holmes, além da Anna Paquin e Malin Âkerman que também conheço, e pensei “ah, tudo bem, uma comédia clichê a mais, apenas para dar risada e passar o tempo”. O problema é que não proporcionou nenhuma das coisas e eu me vi entediada e pulando partes do filme. Não recomendo. Nem os olhos da Kate salvam.
Sinopse oficial: Antigas rivalidades tomam conta de uma mulher horas antes de seu casamento com o ex-namorado de sua companheira de quarto da universidade.
Orgulho e Preconceito – 2005 – Drama/Romance.
Inspirado no livro de mesmo título da escritora Jane Austen, publicado em 1813, que já resenhei aqui no blog – Resenha de Livro: Orgulho e Preconceito – Jane Austen., tinha bastante interesse em assistir ao filme porque gostei bastante do romance literário. Claro que o filme é bem mais leve e superficial, mas mostrou todos os elementos importantes da história e eu gostei bastante da adaptação para o cinema do romance de Liza e Mr. Darcy.
Sinopse oficial: Elizabeth Bennet (Keira Knightley – indicada ao Oscar de melhor atriz por este papel) vive com sua mãe, pai e irmãs no campo, na Inglaterra. Por ser a filha mais velha, ela enfrenta uma crescente pressão de seus pais para se casar. Quando Elizabeth é apresentada ao belo e rico Darcy (Matthew Macfadyen), faíscas voam. Embora haja uma química óbvia entre os dois, a natureza excessivamente reservada de Darcy ameaça a relação.

O Fabuloso destino de Amélie Poulain – 2001 – Drama/Romance.
Linda trilha sonora e fotografia. Narrador em terceira pessoa onisciente, mostra todas as fases de vida da protagonista Amélie, do nascimento à vida adulta. Sutil e delicado, mostra a vida de forma simples e bonita. O lado cômico me chamou muita a atenção. A interpretação de Audrey Tautou como Amélie é impecável e cativante. Além de mostrar as peculiaridades da França, seus nativos e seus locais.
Sinopse oficial: Amélie é uma jovem do interior que se muda para Paris e logo começa a trabalhar em um café. Num belo dia, ela encontra uma caixinha dentro de seu apartamento e decide procurar o dono. A partir disso, sua perspectiva de vida muda radicalmente.
Ufa, por enquanto foram esses. Beijos e até breve.