JUKEBOX || NA MARGEM
poesia lírica contemporânea, expressão de luto, angústia existencial, termino de relacionamento
«Primeira pinga bateEu sei o que se segueNão há um chocolateQue acalme ou sossegueDilúvio caiE eu estou da jangadaFui para fora de pé[...]Devolve-me o sangueE tudo o que tiraste[...]Não há nada que me afasteTu nem sequer tentasteDizes para bazarE esperas que isso basteNunca!Não te quero largar de uma vezNão consigo aceitar ser cortêsFalta querer e coragem, calma na viagemSe eu fujo da margem sobra voz e guitarraPalavra que escarra essa dor que me barra»
Texto originalmente publicado em Entre Margens