«Tu és a estrela que guia o meu coração

Tu és a estrela que iluminou o meu chão

És o sinal de que eu conduzo o destino

Tu és a estrela e eu sou o peregrino

Até aqui foi uma escuridão tal

Dessas que nos faz ser sábios do mundo

Vivi desilusão tão desigual

Que vim dar à minha infância num segundo

Nem sabes tu aquilo que fizeste

Por mim e até por ti quando chegaste

Só sei que ao te ver tu reergueste

O que em mim era só cinza e desgaste

[...]

Bem mais feliz agora, certamente

Vou eu seguindo assim pela vida fora

Não mais estarei sozinha e estou bem crente

Que o teu feixe de luz própria me segue agora»