Em setembro de 2012 li este belíssimo livro de Jodi Picoult, que me agarrou desde as primeiras linhas. Posso mesmo afirmar que foi um dos melhores livros que já li e que me fez apaixonar pela fantástica escrita da autora.

A história é sobre duas famílias, que se conhecem há cerca de dezoito anos e partilham tudo. Os filhos Chris e Emily são almas gémeas desde que nasceram e por isso ninguém estranha quando começam a namorar. 

Uma madrugada, os pais de Emily recebem uma chamada telefónica do hospital local e ninguém está preparado para entender o que estava a passar: Emily, com apenas dezassete anos, morreu devido a um tiro na cabeça, aparentemente resultante de um pacto suicida. Mas a arma que a matou contém ainda uma bala que Chris diz à polícia estar-lhe destinada. No entanto, uma detetive local tem sérias dúvidas de que essa seja a verdade.

Neste momento tão aterrador, os Harte e os Gold vão enfrentar o maior medo que um pai ou uma família podem sentir, a morte de um filho.  A dúvida entretanto fica no ar: será que conhecemos verdadeiramente os nossos filhos?

Neste livro, Picoult leva-nos a pensar sobre o certo e o errado, sobre a vida e a morte, num livro em que quase nos consegue levar até à mente de cada uma das personagens.