Fotografia pessoal

«A vida é feita de momentos colecionáveis»

Outubro. Se tivesse que resumir este mês em duas palavras, escolheria concretização e serenidade. Primeiro, porque consegui conhecer locais que há muito figuravam na minha lista de desejos. Segundo, porque, embora tenha sentido o peso da nostalgia ao não estar presente em mais uma Semana de Receção da Academia, não houve situações de maior, que me obrigassem a uma gestão emocional delicada. Portanto, estes trinta e um dias foram muito tranquilos, mas permitiram-me estruturar melhor algumas componentes do blogue e, inclusive, começar a limar as arestas de uma nova ideia que me abraçou. Com muitas leituras e o regresso de séries que me completam, outubro abriu as portas a uma combinação que eu tanto aprecio: chá quente, mantas e bolos de caneca.

Festa Surpresa: A minha afilhada faz anos no segundo dia do mês. E foi com o maior gosto que recebi o convite, por parte da mãe, para ir à sua festa surpresa. A nossa ligação é muito particular, porque não passamos os dias a conversar, mas temos a sensibilidade de perceber quando é necessário evidenciar a nossa presença. É neste entendimento e cumplicidade que funcionamos melhor. Além disso, tornamo-nos companheiras de eventos culturais, o que tem sido uma autêntica animação. Estamos a crescer em simultâneo e eu sei que, por mais que lhe diga que só me dá dores de cabeça, me saiu a sorte grande. Foi a praxe que nos colocou no caminho uma da outra, mas não se limitou a esse contexto. É uma relação de colo e de amizade para a vida toda. Porque «há pessoas que valem a pena ser guardadas». Logo, teria que estar presente nesta data especial, contribuindo para toda a onda de carinho e amor que se sentiu naquele espaço. Com muita energia, diversão e boa comida, a família da minha afilhada sabe receber e fazer-nos sentir em casa. Foi uma celebração inesquecível, como ela merece. E foi, também, uma bela maneira de matar saudades.

Família Morais On The Road: Na segunda sexta-feira de outubro, depois de um longo dia de trabalho, rumamos até à Ericeira, para vivermos um fim de semana único. Finalmente, com os astros todos a favor, fui descobrir Sintra e perder-me na magia de dois monumentos que arrebataram o meu coração. A minha prioridade passou sempre por explorar o Palácio da Pena [algo que já queria ter feito nas férias de verão, mas que, por força das circunstâncias, adiamos]. No entanto, quando surgiu esta oportunidade, recordei um tweet da Inês - Bobby Pins - a aconselhar outras duas paragens como prioridade, porque, no seu entender, refletem melhor a cidade. Assim, ciente deste retorno, optei por distanciar-me do óbvio e programei uma visita ao Palácio de Monserrate e à Quinta da Regaleira. E ainda bem que o fiz, porque são um charme! Com uma energia encantadora e misteriosa. Fosse possível e mudava-me para Monserrate neste preciso momento, porque é fabuloso. Quanto à Regaleira, parece um cenário digno de filme. Mesmo que o valor dos bilhetes não seja o mais acessível, requerendo uma organização financeira prévia, vale bem a pena o investimento. Embora o centro de Sintra transborde pontos de interesse, o nosso fim de semana ficou, ainda, marcado pela visita ao Cabo da Roca, a Peniche e a São Martinho do Porto. E pelo regresso ao Sítio, na Nazaré.

Outubro também trouxe, novamente, o The Voice à RTP 1. E esta edição será mais especial, uma vez que um dos mentores é o Diogo Piçarra. Os meus domingos à noite ficaram mais bonitos e com outra emoção.

A Vida de Pi // Yann Martel: Desencadeou, dentro do meu peito, um misto de sentimentos. Embora não me tenha arrebatado - e, confesso, era o expectável -, reconheço-lhe um enredo interessante e uma premissa que nos abre a porta para uma reflexão mais intensa. Piscine cresceu rodeado de animais, uma vez que o pai era administrador de um Jardim Zoológico. Portanto, conheceu-lhes os traços, as manias, as necessidades e as personalidades. E estava sensibilizado para comportamentos, questões de habitat e de alimentação. Porém, nenhum conhecimento enciclopédico é suficiente quando estamos perante uma catástrofe [Uma Dúzia de Livros // Outubro].

Demência // Célia Correia Loureiro: É uma leitura forte, que nos inquieta e que nos revolta. E alguns capítulos chegam mesmo a magoar, pois é um retrato cru da doença e da violência que marcam mais vidas do que aquelas que seriam expectáveis. Além disso, o contexto em que se desenvolve tem um peso muito significativo na abordagem e na mentalidade perante certos acontecimentos. «Numa pequena aldeia beirã, duas mulheres de gerações diferentes leem o seu destino nas mãos de um mesmo homem», sendo fascinante - mas, igualmente, assustador - perceber como é que as pessoas são tão diferentes consoante aqueles com quem interagem [The Bibliophile Club // Outubro].

No Meu Peito Não Cabem Pássaros // Nuno Camarneiro: A escrita do autor foi uma das que eu mais gostei de descobrir este ano, porque foca aspetos simples do quotidiano, atribuindo-lhe sempre um traço mais poético, mas sem romantizar a dor. Neste livro, ficamos a conhecer várias vozes e várias vidas, profundamente marcadas pelo ambiente onde cresceram. E inspiradas em Franz Kafka, Fernando Pessoa e Jorge Luís Borges. Tendo em conta esta alternância de personalidades, com um toque filosófico, acabamos por refletir sobre a existência humana.

Harry Potter e a Câmara dos Segredos // J. K. Rowling: Foi o primeiro filme que vi desta saga, por isso, a leitura tornou-se mais visual que o costume. E é mesmo impressionante como a autora criou um enredo tão poderoso emocionalmente, fazendo-nos sentir o impacto das adversidades e da malvadez que cobre alguns corações. Por outro lado, é evidente a lealdade e a amizade que se fortifica, provando que nunca estamos sozinhos nas nossas lutas. As mensagens que se escondem nas entrelinhas são carregadas de magia. De sentido. De adrenalina.

A Rapariga Apanhada na Teia de Aranha // David Lagercrantz: Desbloqueei, finalmente, a insegurança de avançar na Saga Millennium. Depois de descobrir uma escrita tão viciante como a de Stieg Larsson, estava com receio de não sentir o mesmo pulsar em David Lagercrantz [responsável por lhe dar continuidade], mas percebi que era uma preocupação infundada. Naturalmente, existem diferenças, mas o principal está lá. Por isso, este quarto volume volta a deixar-nos com os nervos à flor da pele, porque o caminho é intenso, sinuoso e bastante imprevisível. Blomkvist e Salander formam uma dupla improvável, mas, mesmo à distância, são imparáveis. E tornam a unir forças para desmascarar criminosos nas mais distintas áreas. 

Nenhum Olhar // José Luís Peixoto: Tive alguma dificuldade em relacionar-me com esta história, talvez por apresentar um cariz mais pesado, melancólico, onde a esperança é quase nula. Contudo, reconheço, transmite uma sensibilidade profunda. E não deixa de ser curiosa a interpretação múltipla de um olhar. Muito provavelmente, precisarei de o reler, para absorver a sua verdadeira identidade.

Feminismo para os 99% - Um Manifesto // Cinzia Arruzza, Tithi Bhattacharya & Nancy Fraser: Esta obra lê-se em algumas horas, porque o ritmo é célere. Mas os temas que aborda são de máxima importância. Porque continua a ser urgente mudar de paradigma, lutando por aquilo que as pessoas são: seres humanos com direitos, independentemente do seu género, da sua cor, da sua orientação sexual. Escrito a três mãos, mas com um dialeto comum, são 11 as teses que nos levam a questionar a sociedade em que vivemos. Sem apresentar uma fórmula única de ação, foca-se num aspeto muito mais essencial: a origem do problema.

O Chef: Já não é a primeira vez que o AXN White transmite este filme, porém, só agora consegui vê-lo na totalidade. E lamento não o ter feito mais cedo, porque é extraordinário. Carl Casper [protagonizado por Jon Favreau] é chef e decidiu despedir-se do restaurante onde trabalha «por se recusar a abdicar da sua liberdade criativa». Desempregado e na companhia do filho, vai aventurar-se num novo negócio de restauração, comprando uma roulotte. Esta mudança coloca-lo-á à prova, mas também representará uma viagem introspetiva. Regressando às origens, o argumento foca-se na paixão pela cozinha, mas também «no entusiasmo pela vida e pelo amor», mostrando o estreitar de laços e o real impacto de nos mantermos fieis a quem somos, respeitando sempre quem caminha ao nosso lado.

Outubro reservou, também, a chegada de duas séries que não dispenso: The Rookie e The Good Doctor. E ambas prometem temporadas incríveis.

Gira-Discos | You Are Forgiven: Este álbum conta com participações especiais e com uma mensagem poderosa. E, ao analisar todo o retorno que o tem envolvido, compreendo que a perceção é bastante unânime, tendo em conta que nos deixou completamente siderados e conquistados. Assim que escutei, pela primeira vez, as nove faixas, houve um pensamento que se fez sobressair no meu peito: será, muito provavelmente, um dos discos do ano. E com todo o mérito.

Inconfidências | As Segundas Oportunidades Literárias: A vida parece sempre curta, tendo em conta os livros que mantemos em lista de espera, para, um dia mais tarde, nos perdermos nas suas histórias. No entanto, já aceitei o facto de essa realidade ser inatingível, uma vez que há novas obras a aparecer e a despertar a nossa curiosidade. E, talvez por isso, tenha abraçado as releituras com tanta naturalidade.

Storyteller Dice // Bouquet de Girassóis: O dia amanheceu em tons acinzentados, com nuvens a inspirar pouca confiança, uma vez que cobrem todo este quadro-céu de promessas chuviscadas e de nostalgia. Porém, cresci sempre com a certeza de que boda molhada é boda abençoada. E, curiosamente, em ambas as famílias, não houve uma única cerimónia a fugir a esta sina. E têm prosperado.

A Minha Estante de 30 Livros: Reduzir a minha estante a 30 livros parece-me surreal. E altamente improvável - pelo menos, num futuro próximo. Contudo, ao ver o vídeo da Beatriz [Suspiros da Bea], senti o desafio a correr-me na pele e sentei-me a analisar as obras que têm acompanhado o meu crescimento. Como já esperava, não foi uma decisão fácil. E ainda bem que é meramente hipotética.

Se Eu Soubesse o Que Sei Hoje: A corda que nos permite equilibrar na vida é sempre ténue. Escorregadia. Imprevisível. Porque nos alerta para a importância de estudarmos o chão que pisamos, compreendendo o peso dos nossos passos. Mas esta aprendizagem requer tempo e compromisso. E, mesmo assim, permanecerá a dúvida.

Este mês foi bastante reflexivo, sem que o tenha idealizado dessa forma. E, apesar de ter publicado vários textos que me encheram as medidas, também não posso deixar de destacar Pão de Forma | Évora e Ericeira: Um Pedaço de Paz, por toda a nossa ligação especial.

Toca do Caboz: Localizado na Rua Fonte do Cabo, conquistou-nos logo pela receção afável e bem disposta, muito própria de quem sabe receber para lá da visão de negócio. Em simultâneo, o ambiente intimista e com detalhes ligados à terra, à história do estabelecimento e ao mar deixam-nos com a sensação aconchegante de estarmos num contexto especial, onde valorizam a nossa presença e o nosso bem estar.

Pavlova: Na nossa primeira noite na Ericeira, regressamos ao Pão da Vila. Depois de uma pizza deliciosa, com camarão, ainda tive espaço para a sobremesa, porque não podia ir embora sem provar a famosa pavlova. E, bem, que tentação! Estava no ponto. E as fatias são generosas. Fiquei mesmo conquistada por esta maravilha gastronómica.

O tempo frio, que convida a maratonas de séries ou de leituras no sofá, não teria tanto encanto sem o típico bolo de caneca. E, desde que passei a utilizar chocolate negro, não quero outra coisa.

Garrafa Térmica: Com a chegada do tempo frio, é hora de deixar de lado os chás gelados e de abraçar bebidas quentes, que aconcheguem a alma. Por isso, e de modo a evitar que arrefeçam rápido, decidi investir numa garrafa térmica. Adquiri esta no Jumbo e estou bastante satisfeita, porque conserva mesmo bem a temperatura.

Guilherme Geirinhas // Instagram: No Dia Mundial da Saúde Mental, o Guilherme Geirinhas fez uma partilha de extrema pertinência, até porque alerta-nos para o quanto esta problemática pode ser invisível. Por essa razão, continua a ser fundamental falar, relembrar, consciencializar. Porque a desvalorização é, ainda, uma realidade. E porque, enquanto sociedade, não nos podemos descartar da responsabilidade de agir. Através de uma analogia peculiar - e de alguma critica à mistura -, utilizou a sua voz para fazer a diferença.

Mel Jordão // Instagram: Tenho uma profunda admiração pelo Diogo Piçarra desde o primeiro momento em que o vi a pisar o palco do Ídolos. E, desde então, não deixei de o acompanhar. Não só pelo talento, mas por todo o lado humano que transborda. Ele tem mesmo uma luz especial - o coração no lado certo - e, para mim, merece o melhor que a vida lhe possa oferecer. Embora não os conheça pessoalmente, sinto que a relação que ele a Mel têm é maravilhosa. São um casal cheio de pinta, muito sereno, mas com alguma loucura à mistura. Por isso, foi com uma enorme alegria que li a publicação da Mel a anunciar a gravidez, no dia de aniversário do Diogo. Que bela notícia!

Os Livros do Clube de Leitura de Emma Watson // Sofia Costa Lima: Há personalidades que nos inspiram a sermos melhores no nosso quotidiano, como é o caso de Emma Watson. Porque é talentosíssima e porque tem uma voz social muito ativa. Apesar de não acompanhar a sua carreia a fundo, vou estando mais ou menos atenta ao seu percurso. E foi um gosto enorme ler este artigo escrito pela Sofia, que aborda um aspeto muito específico da vida da atriz: a sua ligação à literatura.

A melodia de outubro teve tanto de leveza, como de intensidade. E deambulou entre o dialeto que mais me fala ao coração e o que acolho de outras partes do mundo. Numa linha pouco linear, voltei a abraçar várias influências musicais, conhecidas ou autênticas estreias, porque nunca consigo ficar presa a um único registo.

Faixas: Os Melim têm conquistado vários corações, mas só agora é que me predispus a descobri-los. E a canção Ouvi Dizer foi a primeira a entrar para esta playlist. Com coautoria de Diogo Piçarra, fiquei rendida ao tema Complicado [Vitão & Anitta]. Confesso que já me tinha esquecido do quanto a música Pra Onde Vais Tu Aí é bonita, mas com a reedição do ábum 7 relembrei a cumplicidade entre o David Carreira e a Maro. Saturno [Lhast], It's You [Ali Gatie], Pieces Of Your Heart [Meduza ft Goodboys] também marcaram o meu mês. Se Eu juntou o Fernando Daniel aos Melim, enquanto Eu Gosto de Ti uniu as duas mentoras do The Voice - Marisa Liz e Aurea. Tiago Bettencourt surpreendeu com Trégua. Diana Castro estreou-se com o belo Volta Para Trás. António José cativou com Dile. E os Vai e Vem partilharam Esse Amor. Speechlesse [Dan + Shay], Trigger [Major Lazer & Khalid], Sacrifício [Plutónio], I Can't Be Me [Alex Aiono] e Não Faz Mal [Ivo Lucas] foram as últimas músicas a chegar ao meu Spotify. Mas foi Não Sou Eu [João Só] que me permitiu concluir outubro com chave de ouro.

Álbuns: Fiquei a conhecer o Jão graças ao Diogo Piçarra. Portanto, tenho estado mais atenta ao seu percurso. E Anti-Herói veio reforçar toda a qualidade que lhe vou descobrindo. Dino D' Santiago, por seu lado, é um caso sério de talento, de alma, de identidade. E merece todo o reconhecimento do mundo, uma vez que as suas músicas fazem-nos recuar à nossa essência. Sotavento é o seu mais recente EP e a energia que o caracteriza é completamente contagiante.

Hotel Temporada 2: A podsérie de Luís Franco-Bastos está de volta. E ainda mais extraordinária que a primeira temporada. Na peculiar Marateca não faltam peripécias e uma família tão disfuncional, como cómica. Além disso, as situações alucinantes sucedem-se a um ritmo frenético. Vale mesmo a pena escutar todo o desencadear da ação.

O Que é Que se Faz Aqui?: O Dário Guerreiro, mais conhecido como Môce dum Cabréste, é um criativo. Com bichinhos carpinteiros. E sempre disponível a dar a forma ideias distintas. O que é que se faz aqui? é o seu mais recente projeto, que interliga a componente humorística à descoberta de locais muito nossos. E fâ-lo de um modo original, capaz de nos arrancar muitas gargalhadas, até pela abordagem peculiar.

E43 | Chill Talk com Diogo Piçarra // Sozinho em Casa: O podcast do Guilherme Geirinhas é um dos que ouço religiosamente, porque identifico-me mesmo com a dinâmica que conseguiu criar. O episódio 43 contou com a presença de um dos meus músicos favoritos e foi maravilhoso - ainda que eu seja bastante suspeita. A genuinidade e a generosidade entre ambos tornou a conversa fluída, com vários tópicos interessantes. Foi uma bela maneira de terminar o dia.

Preliminares // Por Falar Noutra Coisa: Guilherme Duarte, na altura em que andou a testar texto para preparar o seu segundo solo de Stand Up, filmou toda a tour feita em bares, com grande foco na parte dos bastidores. Preliminares é o resultado dessas filmagens, funcionando como uma espécie de documentário. Até a este momento, foram lançados dois episódios, cada um numa cidade diferente. Este projeto não tem o «intuito de fazer rir ou ensinar», mas tem imensa graça.

Fuso // Bumba na Fofinha: Mariana Cabral mudou-se, temporariamente, para Nova Iorque e aventurou-se neste formato de podcast, onde partilhará as peripécias da sua estadia por lá. Para já, lançou dois episódios. E eu estou muito expectante com a sua continuidade.

A capacidade de parar para agradecer nem sempre é intuitiva, porque há uma força que nos atrai para os acontecimentos menos positivos. No entanto, num mês em que realizei um sonho antigo, seria impensável não priorizar o que a vida tem de melhor, munindo-me desta energia aconchegante e especial. Por isso, em outubro estou grata por...

... Ter tido a oportunidade de conhecer Sintra. Por ter podido perder-me em São Martinho do Porto. Por ter descoberto o Cabo da Roca e Peniche. E por ter regressado à Ericeira e à Nazaré.

... Partilhar cada aventura com os melhores companheiros de viagem.

... Abraçar o outono com o programa mais espetacular de sempre: chá/chocolate quente, mantas e livros.

... Ter cada vez mais força para me valorizar.

... Ser agraciada com tantos momentos plenos de paz.

Como foi o vosso mês?