Post também conhecido como "Eu, fraca após uma prova de 4km".


Estou sempre a falar na minha promessa a mim mesma de não comprar mais livros, colocando-me a excepção de comprar livros em viagem (vou-me recusar a ir ao museu do Kafka e não comprar nenhuma obra dele, por exemplo); justifico esta compra na Feira do Livro de Lisboa com a não-ida ao El Corte Inglés de Salamanca.

Conhecidos clássicos como os Veinte Poemas de Amor de Pablo Neruda, as Ficciones de Jorge Luís Borges, frequentemente citados e mencionados, claras lacunas nas minhas estantes e leituras; e um livro de Javier Marías, autor recomendado por uma grande amiga, cuja sinopse me fascinou:

Un hombre es invitado a cenar por una mujer que apenas conoce y cuyo marido está en Londres esa noche. En la casa hay un niño de 2 años al que cuesta acostar. Por fin, cuando se confirma el carácter galante de la cita, la mujer se siente mal, agoniza y muere antes de haberse convertido en su amante.

Qué hacer con el cadáver, qué hacer con el niño, con el marido ausente, qué diferencia hay entre la vida y la muerte.

Hesitei entre comprar este ou um do já familiar García Márquez, mas investir na literatura, acima de qualquer arte, é um risco, e decidi arriscar.

Todos em espanhol. Ler noutra língua é, na minha experiência, a maneira mais fácil de absorver essa língua, de a aprender, de a valorizar.