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| Fotografia da minha autoria |
«Só para avisar: estou oficialmente disponível
para receber presentes de Natal»
O que me fascina num presente, sem desvalorizar a sua funcionalidade, é o gesto de carinho implícito. É, como já o mencionei algumas vezes, desconstruir a mensagem e o motivo que levou a pessoa a selecionar aquele artigo para mim. Por isso é que sou tão feliz nesta troca generosa, ciente que nunca perderei o traço inocente que se manifesta na altura de abrir os papéis de embrulho, pois há magia a unir-nos.
A verdade é que não sou esquisita. E não necessito de prendas megalómanas para ficar deslumbrada. Só preciso de saber - sentir - que são dadas com amor. No entanto, seria hipócrita se dissesse que não existem lembranças que mantenho debaixo de olho, guardadas na minha lista de favoritos, aguardando o tempo ideal para as adquirir. Porém, sem pressas, pois tenho consciência que não são bens tão prioritários.
Nesta seleção aleatória, há um pouco de tudo aquilo que me define.

Marcadores de livros e material de escrita também são sempre bem-vindos, até porque são artigos que utilizo bastante. Num plano mais dispendioso, tenho, ainda, um gira-discos e uma máquina de escrever.
