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É algo ingrato escrever algo sobre um livro nosso. Não somos propriamente imparciais. Tive de lutar imenso para chegar até hoje, dia 26 de outubro, aquele que marca a chegada às livrarias. Os meus vícios, a preguiça, o tema difícil e controverso, a pesquisa e, claro, o tempo, ai o tempo, todos eles me fizeram uma grande oposição. Neste momento, A Célula Adormecida tanto pode ter uma entrada retumbante nas lojas, como ser um autêntico flop. Com uma trilogia pelas costas e todo o «drama grego» que a envolveu, adquiri experiência suficiente para ter essa perceção. É impossível saber como o público irá reagir. As expectativas, à semelhança do passado, são as melhores. O futuro, esse, encontra-se noutras mãos. São as daqueles que lhes irão tocar nas folhas.

Acho que já todos percebemos que não será um flop. 

Encontramo-nos na quarta?

Podia dar-vos imensas razões pelas quais valia a pena ir, na quarta-feira à apresentação do "A Célula Adormecida" mas prefiro deixar-vos as palavras do Nuno, um link para um texto que é o próprio Nuno. Se ele não vos convencer a ir, então não serei eu a consegui-lo. Mas usando uma frase que a minha querida Cati usa muito: quem não for é um ovo podre