Terminei a leitura de "Os filhos do Paraíso" de Ken Follett. Um livro que recomendo, que me prendeu nas suas páginas (com muita pena minha, tive poucos momentos livres para me embrenhar afincadamente nas suas páginas, senão teria terminado a sua leitura muito mais cedo) desde o primeiro momento.

Quando Jonh Tautin, um controverso locutor de rádio, divulga a ameaça de um sismo provocado por um grupo terrorista, quase ninguém leva a notícia a sério. Em todo o caso, as autoridades da California preferem jogar pelo seguro e Judy Maddox, jovem e brilhante agente do FBI, é encarregada de investigar o caso.

"Agora o céu está escuro com nuvens cor de ferro, e um vento frio varre as roupas das pessoas, mas elas continuam a andar pelas vinhas, a baixar-se e a levantar-se, a sorrir umas para as outras e a conversar em vozes baixas, normais. Ele é o único que consegue vislumbrar o perigo, e apercebe-se de que deve pegar numa, duas ou mesmo três crianças e salvá-las do afogamento."

Ken Follett prima pela forma como usa a linguagem para nos levar logo diretamente para o meio da história, sentindo já o frio da água a subir e o coração a bater mais rápido enquanto leio cada linha.