«Será que não vês?

Não há nada a dizer

Nem desculpas para dar

Será que vais estar

Quando eu quiser voltar

Se ainda der para te salvar?

[...]

Será que não vês?

Nunca soube entender

O que estava a perder

Porque sem ti é como estar

À deriva no mar

Sem ninguém para me salvar

[...]

Preciso de me salvar

Para te poder salvar

Onde foi que nos perdemos?

Como volto onde ficámos?

Para reparar os nossos erros

Sentados em silêncio

Voltamos atrás»