Fotografia da minha autoria

«Compreender o ciclo da vida»

Perdemo-nos no momento em que nos damos por garantidos; no momento em que se torna maior a crença de que já nada mais há para construir, para edificar, para cuidar. E como uma brisa suave que serpenteia por uma janela entreaberta, é nesse instante que o amor enfraquece. E, em silêncio, começamos a amar-nos menos. E todos os dias menos ainda, até ao ponto de ninguém se querer. De já não haver paz. De já não ser amor.

[cinco de abril de dois mil e quinze]