Fotografia da minha autoria

Uma viagem literária para descobrirmos autores portugueses

O mês da primavera, das flores e da poesia. Neste embalo, em março, o Alma Lusitana contemplará três escritores: Cláudia Araújo Teixeira, enquanto autora para conhecer, José Luís Peixoto, enquanto autor que já li e recomendo, e Cátia Cardoso, enquanto autora extra, que teve a generosidade de me enviar um livro seu para leitura. Já acompanho a Cátia há algum tempo e fez-me todo o sentido incluí-la nesta viagem literária.

 cláudia araújo teixeira

É natural do Porto, estudou Direito e, «influenciada pela série Teias da Lei», pensou mesmo ser advogada, contudo, acabou por perceber que esse não seria o seu caminho. Assim, licenciou-se em Ciências da Comunicação e «fez carreira na área editorial». Depois de trabalhar com escritores que admira (como Paul Auster, por exemplo), chegou o momento de estar do outro lado e ser, também ela, uma autora publicada.

 josé luís peixoto

É natural de Galveias e um dos autores mais conceituados da literatura portuguesa contemporânea. A sua obra contempla prosa e poesia, tem vários livros traduzidos «num vasto número de idiomas» e títulos a serem estudados «em diversas universidades nacionais e estrangeiras». Além disso, a crítica já lhe atribuiu prémios de renome. Também o podemos encontrar no encantador Menina Alzira, podcast que mantém com a mãe.

LI E RECOMENDO

   


   

Outras obras do autor:

A Casa, a Escuridão | Antídoto | Cemitério de Pianos | Gaveta de Papéis | Uma Casa na Escuridão | Morreste-me | Livro | Abraço | A Mãe Que Chovia | Dentro do Segredo | Galveias | A Viagem do Salmão | Todos os Escritores do Mundo Têm a Cabeça Cheia de Piolhos | Estrangeiras | O Caminho Imperfeito | Autobiografia | Regresso a Casa | Almoço de Domingo | Onde

 cátia cardoso

É natural de uma «aldeia pintada a xisto e que guarda as maiores trilobites do mundo». Licenciou-se em Comunicação Social e é mestre em Cinema. Para além da escrita literária, faz Rádio, escreve para a imprensa regional e é dirigente associativa, onde «trabalha a cultura: a maior arma que conhece». O seu caminho começou na poesia e é por lá que vai regando as suas raízes, no entanto, também se aventurou na prosa.