«Que espécie de serNum eterno chorarPorque o rei não voltavaO mito a prenderSolidão insularReclamando à saudade[...]Que pranto ao viverQue penumbra ao esperar[...]Busquei forças no marE o gigante acordouO gigante acordouFado novo eu canteiNa esperança de algo mudarFiz-me louco e danceiFado novo eu canteiQuis sempre ver algo melhorFiz-me louco e dancei»