#Nota5 ♥♥♥♥♥
Jojo Moyes é uma das maiores queridinhas do público e claro, de mim. Assim que ela lança um livro novo, lá estou eu comprando-o ansiosa pra ler. Este livro não é diferente dos outros da autora. É maravilhoso, um romance que vai te sugar até chegar ao fim. Que causa aquele suspense que você não consegue largar o livro. Por incrível que pareça não me fez chorar, mas as últimas quarenta páginas arrepiaram todo o meu corpo literalmente e isso valeu MUITO a pena. Surpreendente e encantador! O capricho com o design interior do livro também merece aplausos.
Londres, 1960. Ao acordar em um hospital após um acidente de carro, Jennifer Stirling não consegue se lembrar de nada. De volta à casa com o marido, ela tenta, em vão, recuperar a memória de sua antiga vida. Por mais que todos à sua volta pareçam atenciosos e amáveis, Jennifer falta alguma coisa. É então que ela descobre uma série de cartas de amor escondidas, endereçadas a ela e assinadas apenas por “B”, e percebe que não só estava vivendo um romance fora do casamento como também parecia disposta a arriscar tudo para ficar com seu amante. Quatro décadas depois, a jornalista Ellie Haworth encontra uma dessas cartas endereçadas a Jennifer durante uma pesquisa nos arquivos do jornal em que trabalhava. Obcecada com a ideia de reunir os protagonistas desse amor proibido — em parte porque ela mesma está envolvida com um homem casado —, Ellie começa a procurar “B”, sem desconfiar que, ao fazer isso, talvez encontre uma solução para os problemas do seu próprio relacionamento.
Fonte: Saraiva
Meu resumo ♣
Ellie, jornalista do Nation, durante mudança de prédio do jornal em que trabalha, descobre cartas de amor de 1960 entre Anthony (amante) e Jennifer (casada com Laurence). Jennifer sofre um acidente e perde a memória. Os dois amantes fazem tudo para ficarem juntos, mas não conseguem devido a interferência de conhecidos. Ellie se sensibilizou com a história, pois ama John, um homem casado que parece não a amar e descobre em Rory um amigo e parceiro na busca pelos escritores das cartas mais de quarenta anos depois.
